PROJETOS

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PROJETOS

isto não é um portfólio (mas, se quiser, é só pedir - tenho dois)

2025

A Mandala Tintorial é um modelo certificado e premiado pela rede "Transforma" da Fundação Banco do Brasil. A iniciativa busca oferecer um apoio estruturante para a autonomia de agricultores familiares e comunidades indígenas do norte de SC e do norte do RS através do plantio consorciado de plantas utilizadas para a alimentação, cura, pajelança, pintura e artesanato. Esta tecnologia articula uma solução sistêmica para: 1) produção de alimentos; 2) preservação cultural; 3) saúde; e 4) renda. O prêmio é destinado à reaplicação de 15 unidades entre maio/25 e agosto/26.

MANDALAS TINTORIAIS
Tecnologia Social de plantio agroecológico
coordenação geral

“Juçaras por Aí” é uma iniciativa socioambiental desenvolvida como medida compensatória vinculada às Autorizações de Supressão de Vegetação (AuCs) emitidas pelo Instituto do Meio Ambiente de Santa Catarina (IMA). Entre 2025 e 2027, aliaremos a conservação da palmeira Juçara (Euterpe edulis) e de outras espécies nativas da Mata Atlântica a ações de educação ambiental, comunicação e fortalecimento da agricultura familiar. Os municípios de atuação principal do projeto são: Biguaçu, Corupá, Ilhota, Jaraguá do Sul, Schroeder, Joinville, Rio do Sul e Praia Grande (SC).

JUÇARAS POR AÍ
conservação de espécies ameaçadas da Mata Atlântica
coordenação de comunicação

Premiado pela PNAB em 2025, o Festival Selinho em Expansão foi a celebração da multiplicidade e profundidade sonora da música independente de Florianópolis. Um festival que apresentou Exclusive Os Cabides, Sonho Estranho, Gol de Goleiro e Coentro — bandas do Selinho, selo-coletivo de música manezinha — no Haôma Baixo Centro, um palco que é também um refúgio criativo da música independente.

SELINHO EM EXPANSÃO
festival de música
produção executiva

"Sopro na Tela" é o média documental que registra o projeto "Mistura" (2024). O projeto incorporou o cinema através do roteiro e da filmagem de dois audiovisuais dirigidos por André da Vida. 

SOPRO NA TELA
coordenação artística e descrição sonora
documentário

2024

O projeto foi realizado pelo Instituto Muhda a partir das pesquisas conduzidas durante o meu doutorado. A experimentação consistiu em um ateliê de bambu projetado e bioconstruído, além de uma imersão de 7 dias no Parque Muhda, onde pintamos cinco telas de 1x1,50m com terra coletada em diferentes pontos de Florianópolis. O projeto incorporou o cinema através do roteiro e da filmagem de um média documental e um curta experimental, a serem lançados em 2025 e 2026. A proposta foi selecionada pelo Edital Lei Paulo Gustavo LPG SC 2023 – executado com recursos do Governo Federal e Lei Paulo Gustavo de Emergência Cultural, por meio da Fundação Catarinense de Cultura.

projeto mistura
projeto mistura
créditos: Amanda Miranda
MISTURA
experimentação artística
idealização, direção artística e pintura

Mostra Animal é um evento idealizado pela Sociedade Vegetariana Brasileira (SVB) há 15 anos. Nesta edição, produzida com apoio do Instituto Muhda, a exibição contou com recursos de acessibilidade e inserção da janela de libras em todos os filmes. O evento ofereceu rodas de conversa com ativistas pelos direitos dos animais, além de uma feira de comerciantes locais de produtos veganos. O projeto aconteceu em Florianópolis, no MIS/SC (Centro Integrado de Cultura), e foi contemplado pelo Prêmio Catarinense de Cinema – Edição Especial Lei Audiovisual Paulo Gustavo (2023), executado por meio da Fundação Catarinense de Cultura.

MOSTRA ANIMAL
10ª Edição da Mostra Internacional de Cinema pelos Animais
produção, captação e programação
mostra de cinema animal
mostra de cinema animal
créditos: Mateus Marques e Amanda Miranda

Raízes Agroecológicas” foi um projeto promovido pelo Instituto Muhda e realizado pelo Espaço Flor de Hibisco em parceria com o Açaí Juçara Barbacuá. No assentamento agroecológico Justino Draszevski (Araquari/SC), ampliamos uma agrofloresta de 10.000m² existente há 5 anos, que alimenta cerca de 50 famílias de agricultores e indígenas Guarani Mbya. Em 10 meses, o SAF incorporou novos alimentos de base biodiversa e espécies nativas utilizadas no artesanato, estimulando a prática florestal do bioma da Mata Atlântica. O projeto foi realizado com o apoio financeiro do Fundo Casa Socioambiental. Assista aqui às entrevistas.

créditos: Amanda Miranda
RAÍZES AGROECOLÓGICAS
ampliação de agrofloresta
produção executiva, gestão cultural e comunicação
agrofloresta
agrofloresta

Sementes Regenerativas” é uma parceria entre o Instituto Muhda e o Açaí Juçara Barbacuá para a implantação de uma agrofloresta de 2.300m² em uma antiga área de pasto degradada. No Parque Muhda, em Florianópolis, em um ciclo de 12 meses, revitalizamos o espaço inserindo uma espécie nativa endêmica da Mata Atlântica: a palmeira Juçara. Além do plantio de 30 outras espécies, o projeto ofereceu oficinas pedagógicas gratuitas sobre agroecologia e tinturaria natural, além dos mutirões de plantio e colheita. O projeto foi realizado com o apoio do Fundo Casa Socioambiental.

SEMENTES REGENERATIVAS
implantação de agrofloresta
produção executiva, gestão cultural e comunicação

2023

Cores da Terra” é uma iniciativa pedagógico-formativa de reconhecimento e valorização da arte tradicional Guarani Mbya no norte de SC, cuidando das espécies artesanais nativas e promovendo a troca de saberes sobre tinturaria natural. A 2ª etapa do programa foi realizada na tekoa (aldeia) Morro Alto, em São Francisco do Sul  (SC). As atividades foram inauguradas com uma Ação de Saúde Oftalmológica, em que fizemos mais de 100 atendimentos médicos e entrega de óculos à comunidade Mbya das aldeias. Na sequência, foram realizadas 4 oficinas de tingimento natural e aplicação em artesanato. O projeto contou com financiamento privado da ASFS.

créditos: Trindadead
CORES DA TERRA (2º CICLO)
arte indígena, saúde e tingimento natural
produção executiva, gestão cultural e comunicação
arte indigena
arte indigena

A 1ª Etapa do Programa “Cores da Terra” foi realizada com recursos do Prêmio Elisabete Anderle de Incentivo à Cultura (2022). O projeto consistiu na realização de oficinas e trocas de saberes sobre tingimento natural e aplicação em artesanato. Esta etapa durou 6 meses e foi realizada no Espaço Flor de Hibisco, parte do assentamento agroecológico Justino Draszevski (Araquari/SC), junto das tekoas (aldeias) Tarumã, Pindoty e Yvapuru. Além de 4 oficinas, o projeto contou com uma exposição na Bugio Centro (Florianópolis) e um minidocumentário.

CORES DA TERRA (1º CICLO)
arte indígena e tingimento natural
captação, direção artística, produção executiva, comunicação, expografia e roteiro

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